Tuesday, 25 August 2026

A ÚLTIMA VARINA DE LISBOA | RETHINKING SUSTAINABLE DEVELOPMENT GOALS


conheci a última varina de lisboa de nome maria  que   carregava na alma o desejo profundo de ser mulher-do-mar.  vivia na madragoa e todos os dias fitava a foz do tejo. Ela apresentava-se  de canastra  à cabeça e apregoava palavras grossas aos homens do mar por nunca a terem deixado abraçar o mar. Ela contou-me como a sua alma lhe pesava. como a vida tinha por-Ela passado, deixando um rasto de desencanto  que agora  tapava com  trapos coloridos. trapos coloridos que Ela enrolava   ao corpo. corpo de mulher que  não tinha sido feito para trabalhar no mar, assim lhe diziam os homens do mar. Ela continuava a  falar com  o-mar porque era ali  do outro lado do rio que Ela sabia poder ter sido feliz. Ela contou-me como ainda guardava os sonhos de menina-mulher que lhe tinham sido roubados pelos barcos que partiam sem-Ela,  quando-Ela  suplicava que esperassem por-Ela. em terra Ela ganhou  o cheiro a peixe morto que se entranhou na pele,  afastando o perfume dos seus sonhos de mulher. maldição que Ela sabia ter carregado no ventre e  passado à geração de mulheres que pariu. filha  mais velha que por ser mulher não chegou a mais de pouco. filha mais nova que por ter sido  mãe aos quinze morreu ao dar à luz. neta formada que por ser mulher não ganhava para poder comprar bacalhau para o  natal.  conheci a última varina de lisboa de nome maria que descalça   gritava  ao mar do atlântico para que devolvesse a toda a mulher portuguesa o direito da  abundância de oportunidades de realização.

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Varina  -   vendedora ambulante de peixe.

#ODS1 + #ODS2 + #ODS3 + #ODS#4 + #ODS5 + #ODS 6 + #ODS7 + #ODS8 + #ODS9 + #ODS10 + #ODS11 + #ODS12 +#ODS13 + #ODS14 + #ODS15 #ODS16 + #ODS17  PEDIMOS DESCULPA A TODAS AS MULHERES E MÃES PORTUGUESAS  DESCONSIDERADAS PELO ESTADO E PELA SOCIEDADE. 


ODS = Objetivo de Desenvolvimento Sustentável = SDG =

Monday, 24 August 2026

UM HOMEM COM-FOME | RETHINKING SUSTAINABLE DEVELOPMENT GOALS

ontem encontrei um Homem que tinha fome. fome de-comida que o corpo pede para funcionar. ele andava à procura de comida nos restos que os-outros  largavam ao lixo.  perguntei-lhe se Ele tinha fome. Ele não respondeu. Ele baixou os olhos.  toquei-lhe no ombro e pedi-lhe que esperasse por mim.   corri ao café mais perto e pedi uma sopa. pedi uma sandes mista. pedi um bolo de arroz. e pedi uma garrafa de água. quando voltei, entreguei-lhe o saco com a comida. Ele sentou-se e num gesto delicado pediu-me para que eu me sentasse ao  lado dEle.   pensei nas doenças. no cheiro. na sujidade. mas nada disso importou quando diante de mim estava um Homem com-fome. sentei-me.  devagar Ele tirou do saco a sopa. Ele tirou do saco a sandes mista. Ele tirou do saco a água e o bolo de arroz. Ele ofereceu-me o bolo de arroz  num ato de sublimada reverência que o fez inclinar a cabeça e baixar os olhos na minha direção. de imediato fui atravessada por um sentimento de humanidade que nunca tinha sentido. aceitei o bolo de arroz. observei que Ele só começou a comer depois de se certificar  que eu já comia. Ele comia devagar na certeza de quem já não se deixava dominar pelas palavras de fome faladas pelo corpo.  o bolo de arroz estava a  alimentar-me a alma.  foi então que no silêncio compreendi que Ele tinha-me oferecido o lado doce da  vida.  senti-me verdadeiramente abençoada pela sua generosidade. Ele comeu. levantou-se. e caminhou. nunca mais o vi. sagrado  bolo de arroz.

#ODS1 + #ODS2 + #ODS3 + #ODS#4 + #ODS5 + #ODS 6 + #ODS7 + #ODS8 + #ODS9 + #ODS10 + #ODS11 + #ODS12 +#ODS13 + #ODS14 + #ODS15 #ODS16 + #ODS17  PEDIMOS DESCULPA A TODO O HOMEM QUE HOJE PASSA  FOME EM PORTUGAL.



Wednesday, 19 August 2026

QUE SERÁ, SERÁ, THE FUTURE IS OURS TO SEE | RETHINKING SUSTAINABLE GOALS


17steps@principiahumanitatis.org

se os pensamentos do mundo fossem água, a terra seria compaixão. se os pensamentos do mundo fossem integridade, a terra teria corpo diamante. se os pensamentos do mundo esculpissem arte, a terra seria sempre criança. se os pensamentos do mundo fossem luz, a terra nunca teria sombra. se os pensamentos do mundo alimentassem, a terra nunca teria fome. se os pensamentos do mundo tivessem cor, a terra seria sempre alegria. se os pensamentos do mundo parassem, a terra seria nirvana. se os pensamentos do mundo fossem sementes, a terra teria mãe. se os pensamentos do mundo tivessem integridade, a terra seria sabedoria. se os pensamentos do mundo tivessem sede, a terra fonte  eterna. se os pensamentos do mundo ouvissem o vento, a terra teria sempre inspiração. mas o que aconteceu ao ser-pensar-mundo? ninguém sabe. talvez se tenha consumido no fogo de um olhar desnutrido. em verdade, não pode interessar ao mundo o fim que toma o-pensar-mundo, mas a liberdade que vem ao mundo ao correr-mundo. ao amar-mundo. ao cantar-mundo. ao pintar-mundo. ao escrever-mundo. ao rir-mundo. ao celebrar-mundo. ao dançar-mundo. que cresçam então os dedos ao mundo de tanto escrever. que cresça a cabeça ao mundo de tanta genialidade produzir. que cresçam os olhos ao mundo de  tanta beleza contemplar. que cresça o coração ao mundo de tanto amar. que cresçam as pernas ao mundo de tanto correr para se tornar o melhor-mundo. que cresçam os pés ao mundo de tanto dançar. que cresçam os braços ao mundo, de tão alto chegar. que se adapte o mundo a esta nova condição. que será, será.

#ODS1+ #ODS2+#ODS3 + #OD S3 + #ODS4 + #ODS5 + #ODS6 + #ODS7 + #ODS8 + #ODS9 + #ODS10 + #ODS11 + #ODS12 + #ODS13 + #ODS14 + #ODS15 + #ODS16 + #ODS17 Obrigada a quem com gestos quase invisíveis amplia os dedos-mundo, desperta a cabeça-mundo, afina os olhos-mundo, sustenta as pernas-mundo, estende os braços-mundo e aquece o coração-mundo.






A LINGUAGEM DO PONTO DE ARRAIOLOS | RETHINKING SUSTAINABLE GOALS



adelaide era mulher alentejana tapeteira de arraiolos. adelaide conheceu o ponto de arraiolos quando ainda era menina. menina de olhos cor azul-alentejo. cor azul-alentejo que bordava as bainhas das casas do alentejo. olhos cor azul-alentejo que se esforçavam por acertar com a linha na agulha. ai chega, chega, chega, chega, chega ó minha agulha, afasta, afasta, afasta, afasta o meu dedal. canção de lisboa que a adelaide cantava para chamar a linha. afastada era a cidade de lisboa donde vinham os netos e as netas da aldeia a quem a adelaide ensinava a escrita do ponto de arraiolos durante as férias de verão. quadro de sala de aula feito de tela de juta lisa deitada no chão. chão frio abençoado no verão quente do alentejo. adelaide avó e professora. alunos atentos ao desenho e à caligrafia da escrita do ponto de arraiolos. desenho que falava humanidade em cada ponto de união. ponto que unia a diferença da forma. forma que nascia da colaboração. as novas gerações têm de aprender a linguagem do ponto de arraiolos para saberem integrar a diferença e recusarem a uniformidade de pensamento - repetia a avó adelaide, sempre atenta ao trabalho de cada um dos seus alunos. alunos que ao bordar a linguagem do ponto de arraiolos eram capazes de imaginar bandeiras de cores diferentes a colaborar no mundo. ponto de arraiolos que era capaz de elevar a  diferença-mundo a linguagem sagrado da tapeçaria mundo. tela completa. o mundo pertence a quem o sabe unir! - palavras de avó bordadas no coração de quem ouvia. alunos orgulhosos admiravam a obra conseguida. obra escrita em  ponto de arraiolos. obra  que a avó adelaide mostrava sempre que alguém lhe dizia não conseguir colocar fé nas novas gerações. que se estime a fé nas novas gerações. que se estime a sabedoria da escrita do ponto de arraiolos como língua de união na europa.

#ODS1 + #ODS2 + #ODS3 + #ODS4 + #ODS5 + #ODS6 + #ODS7 + #ODS8 + ODS9 + ODS10 + ODS11 + ODS12 + ODS13 + ODS14 + ODS15 + ODS16 + ODS17 OBRIGADA A TODAS AS AVÓS ALENTEJANAS QUE ENSINAM OS  NETOS DA IMPORTÂNCIA DA LINGUAGEM DO PONTO DE ARRAIOLOS.   



Monday, 17 August 2026

A NEO-DIVINA COMÉDIA DA UNIÃO EUROPEIA | RETHINKING SUSTAINABLE GOALS


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17steps@principiahumanitatis.org

a raiz do problema da  neo-divina comédia da união europeia  não está só no-vício-da-coisa, mas  na leveza de quem a  consome. a comédia tornou-se tristemente o estado natural   do ser a-uniãoa-comédia deixou assim de ser uma epifania-do-desalento para ser considerada um valor de  moralidade-europeia. poder-se-ia  até  afirmar que com toda a informação. com toda a  tecnologia. e com todos os avanços científicos.  não haveria razão para a insustentável leveza do ser da-união. mas! em verdade também se pode afirmar que foram  as tecnologias e os avanços da ciência que promoveram a globalização da leveza insustentável da união europeia. a questão não está na grand-oeuvre que se realizou, mas na forma ready-made-duchampiana como bruxelas, os media, a ciência e a tecnologia apresentaram o resultado:  já mastigado e fácil de consumir. a atual neo divina comédia  que distrai a cultura  europeia é corrompida pela dantesca  leveza da  governança que a prostrou. por comédia, só se conhece a   união dos interesses vários. o purgatório de dante é, hoje, o movimento padronizado que conduz a vontade-europa-vulgaris a trabalhar  para consumir-drones como inovação e assim adormecer de barriga-cheia. hoje grita-se de barriga-cheia em bruxelas, não porque se produziu melhor humanidade, mas porque se consumiu demasiada tecnocracia. a gula tecnocrática conduziu  o ego da união a uma obesidade mental que  impede cada nação de pensar-por-si. a luxúria conduziu o progresso a um êxtase que se  sente, sempre que se consome o-objeto da coisa do desejo da união,  pelo simples prazer de ter-por-ter. ou pelo poder-de-ter o que o-outro-não-tem. ou ainda pelo medo de se vir a precisar de  ter o que  não-se-tem. nas extremidades da união, surgiram a europa-vulgaris-avarenta  e a europa-vulgaris-pródiga. a primeiro agarra-se à propriedade do continente europeu como se de um direito-divino  se tratasse. a segunda desperdiça o que tem,  apelando ao mesmo direito de posse divina. a ira e a inveja manifestam-se na união sempre que a-insustentável leveza da governação de bruxelas  é contrariada. assim, na união europeia, se anda e sem dormir se sonha, crendo proferir verdade: neste caso há mais culpa e mais vergonha [1].

#ODS1 + #ODS2 + #ODS3 + #ODS#4 + #ODS5 + #ODS 6 + #ODS7 + #ODS8 + #ODS9 + #ODS10 + #ODS11 + #ODS12 +#ODS13 + #ODS14 + #ODS15 #ODS16 + #ODS17 Pedimos desculpas às novas gerações pela neo-divina comédia do totalitarismo da tecnocracia da União Europeia.

[1] in A Divina Comédia, Dante Alighieri.





Tuesday, 4 August 2026

O PORTUGAL DAS COISAS MÁS | RETHINKING SUSTAINABLE GOALS


era um dia número-primo. era o dia do sebastião ir de carro para a escola com o pai. nos outros dias o sebastião ia a pé sozinho. à porta da escola  o sebastião mediu a coragem e decidiu dar a conhecer ao pai a sua avaliação final: reprovado. era a quinta vez que o sebastião era retido no quinto ano. o pai do sebastião sem levantar os olhos desferiu um golpe cego com o punho cerrado na face do filho. a força do murro lançou a cabeça do sebastião contra a quina da porta provocando-lhe um corte. corte que deitava sangue. sangue que sabia  a ferro.  ferro que  lembrava ao sebastião da fivela do cinto do pai. cinto que o pai  também usava para  bater na mãe do sebastião.   mãe a  quem o sebastião tinha jurado proteção.  sebastião criança que com tenra idade teve de assumir a governança.  pai do sebastião que arrancou  a grande velocidade para parar o carro junto ao café. café onde todos os dias o pai do sebastião pediauma bica com  cheirinho, por favor! cheirinho que escondia o portugal-das-coisas-más. sebastião que tinha a idade de dom sebastião. sebastião que que não conseguia passar do quinto ano.  quinto era o império que portugal também não conseguia alcançar . sebastião que só conhecia o portugal-das-coisas-más. portugal que na sua história   não pode perder mais nenhum  sebastião!

#ODS1 + #ODS2 + #ODS3 + #ODS#4 + #ODS5 + #ODS 6 + #ODS7 + #ODS8 + #ODS9 + #ODS10 + #ODS11 + #ODS12 +#ODS13 + #ODS14 + #ODS15 #ODS16 + #ODS17 PEDIMOS DESCULPA A TODAS AS CRIANÇAS PORTUGUESAS QUE SÓ CONHECEM O PORTUGAL-DAS-COISAS-MÁS. 



Tuesday, 21 April 2026

A ALDEIA DAS TERRAS-NEGRAS E AS NAÇÕES INTELIGENTES UNIDAS | RETHINK SUSTAINABLE GOALS

hakika era o nome de nascimento de uma menina. menina  que nasceu numa aldeia.  aldeia que ficava nas terras-negras onde não cresciam flores. hakika era negra como a cor da terra que pisava e só descobriu que havia terras-de-outras-cores quando marie-anne, uma médica belga que a hakika chamava de curandeira-cor-de-dentes, apareceu na sua aldeia. hakika acreditava que a cor da pele  era dada pela terra que se pisava e imaginava  que a terra de marrie-anne fosse branca cor-de-dentes.  hakika interrogava-se se o sangue de marie-anne seria encarnado como o  pôr-do-sol da sua terra. marie-anne, ao adivinhar a  curiosidade de hakika, mostrou-lhe uma ferida que tinha no dedo. hakika respirou  de alívio ao   confirmar a  teoria que tinha imaginado: as pessoas são todas iguais por dentro independentemente da cor  da terra donde vêm. todas as  descobertas de hakika tinham nascido  da curiosidade de hakika. assim tinha acontecido quando hakika  descobriu que ser  menina na sua terra só lhe trazia tarefas. hakika zangada perguntava à mãe porque não a tinha feito menino. a mãe de hakika  dizia-lhe:  a perfeição de uma flor só pode nascer da barriga de uma mulher.  como hakika nunca tinha visto flores,  duvidava do que a mãe lhe dizia,  culpando-a por a ter feito menina. um dia o homem cor-da-terra-negra, que governava a aldeia, vendeu a hakika ao homem rico das terras-cor-de-dentes. hakika desapareceu e nunca mais foi vista. meses passaram. um dia aconteceu hakika ter sido encontrada no chão, desnudada e muito maltratada. a mulher mais velha da aldeia olhou para a barriga de hakika e chamou pela  mãe da vida para salvar a  vida que aí vinha. hakika morreu  menina sem conseguir  fazer nascer a flor que tinha crescido em terra-sagrada de barriga-mulher. as mulheres da aldeia coroaram  hakika  rainha-das-terras-negras, embrulharam a filha nos seus braços e enterram ambas por  baixo  da maior árvore da aldeia.   árvore da aldeia, dantes  estéril, passou a dar flores com cor. flores da árvore da aldeia que mastigadas curavam as maleitas de mulher e guardavam as meninas de todo o mal. o segredo da árvore-dos-milagres-mulher  passou de mulher para mulher. as sementes da árvore-dos-milagres-mulher passaram de terra para terra, com a ajuda dos pássaros que passaram a  guardar os céus da aldeia.  o homem-cor-das-terras-negras,  que governava a aldeia, viu grande ameaça na árvore e grande insubordinação nos pássaros. segundo o pensamento do homem-cor-das-terras-negras, a árvore tirava-lhe a riqueza e os pássaros tiravam-lhe a autoridade.  pediu o homem cor-das-terras-negras ajuda ao seu amigo,  o homem rico das terras-cor-de-dentes. o homem rico das terras-cor-de-dentes  decidiu levar a grande ameaça e a grande insubordinação à assembleia  das nações-inteligentes-unidas. a assembleia das nações-inteligentes-unidas decidiu que a grande ameaça e a grande insubordinação tinham de ser eliminadas e mandou plantar, no lugar das árvores-dos-milagres-mulher,   moinhos eólicos que mandou chamar de árvores-do-dinheiro-verde, e no lugar dos pássaros  mandou  drones  que passou a chamar de pássaros-da-paz.  as pessoas da aldeia juntavam-se à volta da árvore-do-dinheiro-verde e esperavam que a fome acabasse e que o dinheiro-verde chegasse, mas a fome e a pobreza cresciam. as pessoas da aldeia observavam os céus e esperavam que os  pássaros-da-paz acabassem com as guerras, mas as guerras cresciam. um dia as mulheres da aldeia  decidiram tomar o assunto pelas suas mãos. e assim todos os dias ao nascer e ao pôr do sol, para espantar a maldição, as mulheres e as meninas da aldeia dançavam e cantavam canções  à volta da árvore-do-dinheiro-verde. três semanas depois,  a árvore-dos-milagres-mulher rompeu a terra e com a sua força fez tombar a árvore-do-dinheiro-verde. os pássaros vieram em defesa da árvore-dos-milagres-mulher e com a sua determinação fizeram tombar todos os pássaros-da-paz.  o homem da cor-das-terras-negras, que governava a aldeia,  fugiu para a assembleia das nações  inteligentes unidas onde passou a defender a restauração da democracia nas terras-negras. a assembleia das  nações unidas inteligentes reuniu de emergência e decidiu ocultar, em arquivo-sem-nome, a aldeia  onde as mulheres da cor-das-terras-negras derrubaram as árvores-do-dinheiro-verde e os pássaros-da-paz das nações inteligentes unidas. 


#ODS1 + #ODS2 + #ODS3 + #ODS#4 + #ODS5 + #ODS 6 + #ODS7 + #ODS8 + #ODS9 + #ODS10 + #ODS11 + #ODS12 +#ODS13 + #ODS14 + #ODS15 #ODS16 + #ODS17  OBRIGADA, A TODAS AS ÁRVORES E A TODOS OS PÁSSAROS QUE FAZEM CAIR AS "ÁRVORES-DO-DINHEIRO-VERDE" E OS "PÁSSAROS-DA-PAZ" CRIADOS PELA CIÊNCIA DO  MARKETING DAS NAÇÕES INTELIGENTES UNIDAS.