SÉRIE - RETHINKING SUSTAINABLE DEVELOPMENT GOALS
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num país de nome alado viviam-se tempos não-alados. pertencia este país a uma organização mundial alada (oma) onde estava centralizado o poder de decisão sobre assuntos de importância alada elevada. considerou a oma, após um estudo científico detalhado, que os países com maior exposição solar tinham uma probabilidade mais elevada de desenvolverem uma doença que tomava a nomenclatura científica de "men-tir". esta doença, como o próprio nome indicava, afetava sobretudo os homens
("men") com títulos importantes reinantes ("tir"). explicava esta organização que estudos científicos demonstravam uma clara incidência da doença (99,999%)
sobre as pessoas do sexo masculino expostas a títulos importantes reinantes. como ação preventiva decidiu esta organização que todos os países que apresentavam uma exposição solar
média superior a 1500 horas teriam de proceder à implementação de um programa
de alteração do ritmo circadiano da população do sexo masculino detentora de títulos importantes reinantes. o país alado seria abrangido por este programa obrigatório, pois apresentava uma exposição solar média entre as 2200-3000 horas considerando-se um país de risco muito elevado. no país alado imediatamente foi criada uma task force alada para garantir a aplicação desta
medida. reuniu-se para tal o governo do país alado em reunião
extraordinária. como o vírus afetava ministros do sexo masculino dispensadas estavam as mulheres de se apresentarem. no entanto, antecipadamente seriam considerados os seus votos de concordância para que assim constasse o respeito pela igualdade do género no país alado. foi dada a palavra ao ministro da saúde do país alado, já que a-pasta era sua. o ministro da saúde do país alado afirmou que iria pessoalmente garantir que todos os ministros, secretários, administradores e
pessoas importantes do sexo masculino do país alado fossem submetidos a um programa de alteração do ciclo circadiano. aos faltosos sugeriu a implementação de um
decreto-lei que retirasse os privilégios a todos aqueles que se recusassem, exceto se fosse politico-cientificamente provado que estavam imunes à estirpe da doença "men-tir", acrescentando a título de exemplo que o facto dele próprio ser ministro-da-saúde provava a sua imunidade adquirida sobre a
doença. todos o aplaudiram e de imediato o
decreto-lei foi redigido para aprovação na assembleia da república alada. no parlamento alado foi aberta discussão sobre tão importante medida, havendo uma clara unanimidade política sobre
a existência de imunidade-parlamentar-adquirida (ipa) contra tal doença.
porém e confrontados com a provada existência da doença no país por parte da oma, os
deputados sugeriram que se deveria
tratar de um erro de tradução da própria oma e tornaram a alteração do ritmo circadiano obrigatória para o povo do país alado, suportando a sua decisão numa sólida perícia científica encomendada para o efeito. foi assim decretado e determinada a obrigatoriedade de todas as pessoas do país alado, não detentoras de cargos importantes, alterarem o ritmo do seu ciclo circadiano, por forma a se erradicar a estirpe perigosa do vírus causador da doença men-tir que se transmitia por exposição à luz solar. foi assim que se aceitou a lei que obrigava que no país alado, o povo, dormisse de dia e trabalhasse de noite. o sucesso foi tão grande que a oma entregou ao país alado o prémio - "país mais feliz do mundo"- ao país alado.
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