Sou a fundadora da Principia Humanitatis. Costumo dizer que sou a sua mãe — não no sentido da posse, mas da origem; não como expressão de poder, mas de cuidado, responsabilidade e fé.
Sou também mãe de três jovens extraordinários. Não sou uma tecnocrata das Nações Unidas nem da União Europeia. Sou simplesmente uma mulher e uma mãe que acredita que o futuro da Europa será moldado não apenas pela inovação tecnológica, mas também pelo legado duradouro dos valores ocidentais, pelo caráter e pela imaginação dos seus povos.
Imagino um novo Big Bang europeu — um Principia Humanitatis Europeu a erguer-se a partir de Belém, em Lisboa, escrito não por algoritmos ou instituições, mas moldado pelo coração das crianças. Porque, daquilo que tenho testemunhado, o futuro de oiro da Europa já nasceu: está silenciosamente no coração de cada criança, à espera de florescer.